Fé Ortodoxa - Una, Santa, Católica e Apostólica

[Igreja Sírian Ortodoxa de Antioquia Missionária do Brasil] Diocese dos estados de Goiás e Tocantins.

4/2/10

Mosenhor prestigia inauguração da com. ortodoxa em Ourinhos

O monsenhor Antonio Nakkoud prestigiou, na segunda-feira, 16, a inauguração do Santuário São Judas Tadeu, nova sede da Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia.

A solenidade reuniu dezenas de pessoas e à noite foi oferecido um jantar no restaurante “Ilha do Sol”, na praça Mello Peixoto. A igreja é católica apostólica e conserva os preceitos primitivos do catolicismo. Segundo seus dirgentes, a igreja ortodoxa foi fundada por Jesus Cristo, na pessoa de São Pedro. Foi em Antioquia, aliás, que Pedro estabeleceu o primeiro bispado, entre 34 a 41 e 52 a 60 d.C., totalizando 14 anos.

Poliglota, o monsenhor agradeceu aos presentes ao lado do padre Jessé Gonçalves — responsável pela comunidade ortodoxa em Ourinhos — e chegou a rezar em aramaico, a língua oficial da época de Jesus Cristo.

O monsenhor ressaltou a ligação entre a igreja Sirian Ortodoxa e a católica apostólica romana. Ele já se encontrou com o falecido papa João Paulo II e participou de eventos da CNBB — Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

Fonte:

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29/1/10

Aparições de Nossa Senhora da Luz

 

As aparições de Nossa Senhora em Zeitun, no Cairo, são as manifestações públicas mais marcantes. Ocorridas de 1968 a 1970, milhões foram testemunhas, pessoalmente, através de fotografias ou imagens transmitidas pela televisão.

Tal fenômeno se deu sobre uma pequena Igreja Ortodoxa Copta, construída para celebrar a região do Egito em que Ela veio morar com José e o Menino Jesus, fugindo de Herodes. A primeira aparição se deu na noite do dia 2 de abril de 1968. Durante mais de um ano, Nossa Senhora apareceu de diversas formas sobre as cúpulas da Igreja. As aparições duravam poucos minutos ou até nove horas, algumas vezes acompanhadas de corpos celestes com formato de pomba, que se moviam rapidamente. Outras vezes, Ela vinha acompanhada por Jesus, ou carregando o Menino Jesus no colo. Também foi vista rezando, de joelhos.

Entre os milhares de egípcios e estrangeiros que testemunharam as aparições, havia ortodoxos, católicos, protestantes, muçulmanos, judeus e pessoas não religiosas.

Muçulmanos que viram as aparições, recitaram do Corão: “Maria, Deus vos escolheu. E vos purificou; Ele vos escolheu. Entre todas as mulheres.” Muitos doentes foram curados e cegos recuperaram a visão; também houve grande número de descrentes convertidos.

Padre Henry Ayrout, reitor do Colégio da Sagrada Família (jesuíta) no Cairo, também declarou sua aceitação das milagrosas aparições da Virgem Maria, dizendo que, sejam católicos ou ortodoxos, somos todos Seus filhos e Ela nos ama a todos igualmente – e Suas aparições na Igreja Ortodoxa Copta de Zeitun assim o confirma. O Reverendo Ibrahim Said, chefe dos Ministros Protestantes Evangélicos no Egito na época das aparições, afirmou que as aparições eram verdadeiras

Freiras católicas da ordem do Sagrado Coração também testemunharam as aparições e enviaram um relatório detalhado ao Vaticano. Na noite do dia 28 de abril de 1968, um enviado do Vaticano chegou, viu as aparições e enviou seu relatório a Sua Santidade o Papa Paulo VI de Roma.

A primeira página do jornal egípcio Al-Akhbar, de número 4946, veiculado no dia 5 de maio de 1968 (domingo), trazia o seguinte destaque na página de capa: “Um pronunciamento oficial do Papa [ortodoxo] Kyrillos VI declara: A Virgem apareceu na Igreja de Zeitun. O pronunciamento diz: Centenas de cidadãos de várias religiões e seitas afirmaram sem dúvida alguma terem visto a Virgem, e todos eles concordam na mesma descrição das aparições. A Virgem apareceu em várias noites e diferentes formas, movendo-se e andando, olhando para os espectadores, abençoando-os e curando-os.”

Embora tais fatos tenham sido tão maravilhosos, o desinteresse da mídia e a indiferença deste mundo fizeram com que pouquíssimas pessoas fora do Egito soubessem destas extraordinárias aparições.

Recentemente, em 1983, a aparição de uma mulher vestida de luz foi vista na Igreja de São Daiman em Shoubra, um subúrbio do Cairo. Também como em Zeitun, a mulher foi vista por centenas, banhada em luz, andando sobre a igreja em aparições que duraram até cinco horas. Em 1987, uma comissão concluiu sobre essas aparições: “Demos graças a Deus por esta bênção ao povo do Egito, e pela repetição deste fenômeno. (…) Deus salve nosso país. Rezemos para que Ele guie o Egito e todos os seus filhos a pleno êxito. Que este fenômeno seja uma garantia de bem-estar para eles e para todas as nações.”

 

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6/1/10

Comemoração da Virgem Maria na Igreja de Antioquia

Nossa Igreja Siríaca de Antioquia festeja três vezes por ano a memória de Nossa Senhora, a Virgem Maria, mãe de Deus. Nós acreditamos que Jesus Cristo, é Deus e tornou-se homem, através de Seu nascimento de Maria, uma donzela judia da família de Daví. Portanto, Maria era a mãe de Deus.

Como a maternidade significa dela nascer, os nossos santos padres, doutores e professores da Igreja de Antioquia, compararam a Virgem Maria à natureza e na natureza, principalmente na Mesopotâmia, existe a época certa do plantio (semeadura) e da colheita do trigo (espigas) e da colheita das uvas (vindima) e sua transformação em vinho.

Na época em que o nosso Oriente era cristão, após a comemoração religiosa nas igrejas, os padres saíam com o povo e abençoavam as terras onde se iniciava a semeadura ou a colheita, dependendo da época do ano.

Essa tradição não era seguida pelas comunidades e igrejas de outros grandes centros como Éfeso e Tessalônica e Galátia etc; assim, quando S. João, o Evangelista, após cuidar da Virgem Maria até que ela morreu (48 d.C.), fora definitavamente para Éfeso fazer sua pregação e lá verificou que as tradições de Antioquia não eram seguidas, pôs-se então a ensinar nessas Igrejas como deveriam ser as comemorações, ligando para sempre as festividades religiosas com as bençãos que Deus nos deu na natureza, tal como era em Antioquia e toda a Mesopotâmia.

 

Fonte: www.siriacaort-santamaria.org.br

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21/11/09

 

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29/10/09

Comissão ortodoxa-católica analisa papel do bispo de Roma

 

 

PAFOS (CHIPRE), sexta-feira, 23 de outubro de 2009 (ZENIT.org).- A reunião realizada de 16 a 23 de outubro da Comissão mista internacional para o diálogo teológico entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa em seu conjunto, em Pafos, Chipre, avançou na reflexão comum sobre o tema decisivo para voltar a encontrar a unidade: o papel do bispo de Roma.

Um comunicado conjunto enviado pelos organizadores após a reunião confirma que neste encontro se avançou na redação de um documento conjunto sobre o tema “O papel do bispo de Roma na comunhão da Igreja no primeiro milênio”. 

O documento se baseia em um projeto preparado por um Comitê ortodoxo-católico, que se reuniu na ilha de Creta, na Grécia, no ano passado. 

“Durante esta reunião plenária, a Comissão analisou com muita atenção o projeto do Comitê misto de coordenação, e decidiu completar seu trabalho sobre o texto no próximo ano, convocando uma nova reunião da Comissão Mista”, assinala a nota. Este documento responde ao pedido que lançou João Paulo II em sua encíclica “Ut unum sint” sobre o “compromisso ecumênico” (25 de maio de 1995), na qual propunha “encontrar uma forma de exercício do primado que, sem renunciar de nenhum modo ao essencial de sua missão, abra-se a uma situação nova” (n. 95).

Isto é possível, acrescentava, pois “durante um milênio os cristãos estiveram unidos pela comunhão fraterna de fé e vida sacramental, sendo a Sede Romana, com o consentimento comum, a que moderava quando surgiam dissensões entre elas em matéria de fé ou de disciplina”, recordava.

O próprio Papa Karol Wojtyla convidou a buscar, “juntos, as formas com as quais este ministério possa realizar um serviço de fé e de amor reconhecido por uns e outros”. 

Na reunião de Pafos participaram 20 membros católicos e estiveram representadas todas as Igrejas ortodoxas, com a exceção do Patriarcado da Bulgária. 

A Comissão trabalha sob a guia de dois copresidentes: em representação católica, o cardeal Walter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos; em representação ortodoxa, o metropolita de Pérgamo, Ioannis Zizioulas.

No sábado, 17 de outubro, os copresidentes e outros participantes, entre os quais se encontrava o cardeal argentino Leonardo Sandri, prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, foram recebidos no palácio presidencial pelo presidente do Chipre, Dimitris Christofias, que expressou sua esperança neste “importante diálogo para um mundo ainda dividido, como acontece ao próprio Chipre, e expressou seus melhores desejos para o progresso na comunhão entre as duas Igrejas no futuro”.

 “Todos os membros ortodoxos da Comissão reafirmam que o diálogo continua com a decisão de todas as Igrejas ortodoxas e avança com fidelidade à Verdade e à Tradição da Igreja”. Segundo o porta-voz da polícia, o comissário superior Miguel Katsunotós, os prisioneiros ocuparam a capela de São Jorge, que se encontra na sede de Pafos, na qual aconteceram as sessões de trabalho da Comissão ortodoxa-católica, propriedade da prefeitura de Pafos. 

[...]

Por sua parte, os representantes católicos, informa o comunicado, consideraram o projeto sobre o primado do bispo de Roma “como uma boa base para nosso trabalho e confirmaram a intenção de continuar o diálogo com confiança mútua, em obediência à vontade do Senhor”.

A Comissão mista, instituída pelo Papa João Paulo II e o patriarca ecumênico Demétrio I, em 30 de novembro de 1979, em Istambul, na festa de Santo André (Patrono da Igreja de Constantinopla), começou seu caminho em 1980 e reiniciou seu trabalho em 2006, após um parênteses de seis anos, devido a divergências.

 

Por Jesús Colina

 

Fonte: Zenit

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26/10/09

Eclesiologia Oriental, Missiologia e o Episcopado

Esta é a temática do 8º fascículo do Processo de Aperfeiçoamento na Doutrina Cristã Ortodoxa do mês de agosto de 2009 da diocese dos estados de Goiás e Tocantins

 

Caríssimos irmãos e irmãs em Jesus Cristo, nosso Senhor.

Neste mês de Agosto, mais uma vez somos chamados como Igreja de Missão a descobrir as maravilhas de nossa tradição oriental. O PADCO é este veículo que nos possibilita a entrarmos neste universo eclesial.

Neste 8º Fascículo do PADCO vamos conhecer um pouco mais sobre a Igreja Oriental e sua teologia. A Igreja é um templo vivo e nós agregamos este mistério transcendental. A Missão da Igreja é a nossa missão de batizados, pois é mandato de Jesus: “Ide por todo mundo e pregai o Evangelho a todos os povos e nações”. Os nossos Bispos são os sucessores legítimos dos Santos Apóstolos. Como disse St. Inácio de Antioquia: “Onde está o Bispo, está a Igreja Católica”. A presença da Igreja se gera na presença de nossos Bispos.

O desafio é colossal, mas a garra e a coragem nos estimulam a continuar na caminhada de santidade.

Hoje é o dia da graça, hoje é o dia da salvação. Vinde a mim, benditos de meu Pai e participai daquilo que lhes foi preparado desde a criação do mundo.

Nesta certeza, louvemos a Deus pelas maravilhas que nos concedeu de sermos parte do Corpo Místico de Cristo, sua Igreja.

Agradecemos a SS. Moran Mar Ignátius Zakka I Iwas pelas suas bênçãos apostólicas e que sejam derramas sobre toda a Igreja do Brasil.

 

 por Pe Roberto Demétrio

 Diocese dos estados de Goiás e Tocantins

AP. GYN/GO, AGOSTO DE 2009

PERÍODO DA DORMIÇÃO DE MARIA

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20/10/09

Arcebispo da Igreja Sírio-Ortodoxa critica EUA

 15-10-2009

D. Saverius Hawa, Arcebispo da Igreja Sírio-ortodoxa de Bagdad, criticou duramente os EUA pela administração da capital iraquiana.

 
O Arcebispo declarou que a falta de electricidade em Bagdad esmagou a vida da cidade e colocou em perigo muitas vidas. “O povo está sufocando com temperaturas que beiram os 50 graus centígrados, sem telefone, sem trabalho, com penúria de alimento e de água, doenças e desordens”, referiu.

 
No final de uma visita de três semanas à Grã-Bretanha, o Arcebispo declarou que, mesmo quem defendia a invasão do Iraque pelas forças anglo-americanas, “perdeu a paciência.”
Encontrando-se com os cristãos da Inglaterra, D. Saverius Hawa ressaltou que a tomada de posição da Igreja da Inglaterra e das Igrejas ocidentais em geral, contra a agressão ao Iraque impediu um conflito entre muçulmanos e cristãos iraquianos.

 

Fonte: Agência Ecclesia.

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10/10/09

Maria, fonte de unidade para católicos e ortodoxos

A Igreja Grega Ortodoxa celebra hoje a Festa da Assunção de Maria. Em Jerusalém, cristãos ortodoxos e também católicos saem logo pela manhã em procissão rumo ao Sepulcro da Mãe de Deus. Qual a importância desse evento para os católicos brasileiros e de todo o mundo?

No Brasil é comum falar da divisão existente entre a Igreja Católica com as Comunidades eclesiais ( Protestantes ), o que alguns talvez não saibam é que há no seio do cristianismo uma grande divisão entre Oriente e Ocidente. Uma dessas Igrejas Orientais, com a qual houve divisão, é a Igreja Ortodoxa Grega.

Os chamados Grego-Ortodoxos possuem seu sacerdócio e seus sacramentos válidos, também amam a Virgem Maria e a reconhecem como a Mãe de Deus.

O túmulo de Maria está sob seus cuidados em Jerusalém. Como o calendário litúrgico utilizado por eles,  é diferente do utilizado pelos católicos, hoje celebram a Festa da Assunção de Nossa Senhora.

A festividade mobiliza a maior comunidade cristã da Terra Santa, mas também leva famílias católicas a saírem de suas casas para venerar a Virgem,  no local onde foi levada, de corpo e alma, para o céu.

Nesta manhã de quarta-feira, a Santa Missa celebrada pela comunidade Ortodoxa, reuniu gregos e também pessoas da comunidade local.

Segundo o papa João Paulo II em sua encíclica “Redemptoris Mater”, o povo de Deus caminha rumo à unidade:

“O Espírito suscita em todos os discípulos de Cristo o desejo e a acção em vista de que todos, segundo o modo estabelecido por Cristo, se unam pacificamente num só rebanho e sob um só pastor”.

A caminhada da Igreja, especialmente na nossa época, está marcada pelo sinal do Ecumenismo: os cristãos procuram as vias para reconstituir aquela unidade que Cristo invocava do Pai para os seus discípulos nas vésperas da sua paixão: “para que todos sejam uma coisa só. Assim como tu, ó Pai, estás em mim e eu em ti, também eles sejam um em nós, a fim de que o mundo creia que tu me enviaste” (Jo 17, 21).

A unidade dos discípulos de Cristo, portanto, é um sinal influente para suscitar a fé do mundo; ao passo que a sua divisão constitui um escândalo”.

Ele ainda realça o amor pela Mãe de Deus, presente nas diversas Igrejas, como fonte de unidade:

“Desejo realçar, por outro lado, quanto a Igreja católica, a Igreja ortodoxa e as antigas Igrejas orientais se sentem profundamente unidas no amor e louvor à Theotókos. Não só “os dogmas fundamentais da fé cristã acerca da Trindade e do Verbo de Deus, que assumiu a carne da Virgem Maria, foram definidos nos Concílios ecuménicos celebrados no Oriente”, mas também no seu culto litúrgico “os Orientais exaltam com hinos esplêndidos Maria sempre Virgem … e Santíssima Mãe de Deus”.

Enfim, ao redor do Sepulcro de Maria, vemos que a esperança da Unidade entre os cristãos não se trata somente de um sonho e sim de uma realidade que está sendo construída.

Leandro César

 

 

 

 
 

 

 

 

 

 

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5/10/09

PROCESSO DE APERFEIÇOAMENTO NA DOUTRINA CRISTÃ ORTODOXA

Deu-se início em janeiro deste ano, ao Processo de Aperfeiçoamento na Doutrina Cristã Ortodoxa.  

 

 

Na abertura oficial das comemorações ao ANO JUBILAR do qüinquagésimo aniversário da chegada do arcebispo + Mar Crisóstomos Moussa Matanos Salama ao Brasil; assumimos o desafio, como Igreja Missionária de Evangelização, nos adequar as determinações da Bula Patriarcal n. 128/83.

A Eparquia Ortodoxa de Goiânia – Diocese dos estados de Goiás e Tocantins, através de V. Exª Revmª Dom José Faustino Filho, bispo diocesano e Vice-Presidente da Igreja Missionária do Brasil, dá encaminhamento às decisões estabelecidas no XVI Sínodo Ortodoxo Nacional (XVI SON-08) realizado nos dias 22 a 24 de fevereiro de 2008 em Taguatinga-DF. Foi definida neste Sínodo uma Comissão de Formação do Clero Brasileiro de tradição Pré-Calcedoniana que realizará materiais e/ou subsídios de estudos ao clero brasileiro.

Nesta perspectiva a Igreja local ou Particular (diocese, vem do grego, “Diídisis”) convoca seu presbitério e/ou cristãos de boa vontade a participarem do PROCESSO DE APERFEIÇOAMENTO NA DOUTRINA CRISTÃ ORTODOXA – PADCO. [...]   

 

 

Portanto, as vocações suscitadas no seio das comunidades ortodoxas de missão são frutos da mesma missão profética alavancada por + Mar Crisóstomo Moussa Matanos Salama. Não podemos perder estas vocações e não temos este direito, embora os afazeres pastorais no sobrecarreguem; pensamos que as diversas vocações representem um dom para a Igreja no Brasil, em especial, para padres e bispos. A base teórica trabalhada nestes centros de formação são as Sagradas Escrituras, a Tradição da Igreja Apostólica, as determinações Patriarcais e as orientações salutares deixadas por + Mar Crisóstomos Moussa Matanos Salama.

O objetivo deste estudo sistemático é tentar sugerir o que pode ou deve significar para a Igreja de Missão no Brasil, ou numa parte dela, as vocações com seu acolhimento, sua formação filosófico-teológica, humana e a colegialidade presbiteral. É interessante e de vital importância para a Igreja de hoje, aqui e alhures. [...] 

Galgamos para o primeiro fascículo intitulado: “Origens dos Seminários, Universidades e do Clero”, um veículo de aprendizagens nos mistérios da Fé Ortodoxa no início do Ano Jubilar [e estamos, no momento, no décimo fascículo].

O presente PROCESSO DE APERFEIÇOAMENTO NA DOUTRINA CRISTÃ ORTODOXA é o tempo favorável da graça de Deus.

Oxalá! Que Deus nos ouça!

 

Pe Roberto Demétrio da Silva Souza

Coordenador do PADCO

  

 

 

 

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