Fé Ortodoxa - Una, Santa, Católica e Apostólica

[Igreja Sírian Ortodoxa de Antioquia Missionária do Brasil] Diocese dos estados de Goiás e Tocantins.

30/9/08

Diálogo ecumênico Papa Bento XVI e S.S. Bartolomeu

Avança diálogo com ortodoxos: Papa recebe patriarca de Constantinopla


Ambos rezam juntos no Vaticano

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 6 de março de 2008 (ZENIT.org).- O diálogo entre católicos e ortodoxos deu um novo passo esta quinta-feira, com a visita que o patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, realizou a Bento XVI.

Explicando os temas do encontro, a crônica emitida pelo Centro Televisivo Vaticano explica: «o amor de Deus destrói as barreiras entre os povos, e as confissões cristãs se esforçam mais intensamente na via do diálogo e da colaboração nos temas da paz, a salvaguarda da criação, do ecumenismo».

Depois do encontro, como um gesto excepcional, os dois líderes cristãos rezaram juntos na Capela de Urbano VIII do Palácio Apostólico Vaticano.

O patriarca Bartolomeu I veio a Roma para presidir na tarde desta quinta-feira um ato acadêmico no Pontifício Instituto Oriental, onde estudou e se doutorou, por ocasião do nonagésimo aniversário da fundação.

A 4 de março passado, recebeu o doutorado honoris causa em Ciências internacionais e diplomáticas, conferido pela Universidade de Estudos de Trieste (norte da Itália).

Segundo informa o Vatican Information Service, Bartolomeu I está acompanhado por sua eminência o metropolita Gennadios, arcebispo ortodoxo para a Itália e Malta, exarca para Europa Meridional; sua eminência Athanasios, metropolita de Helioupolis e Theira (Fanar) e sua eminência Ioannis, metropolita de Pergamo, presidente ortodoxo da Comissão mista internacional para o diálogo teológico entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa em seu conjunto.

Este é o terceiro encontro entre o Papa e o patriarca desde que Bento XVI visitou Istambul por ocasião da festa de Santo André, em novembro de 2006, e da viagem de Bartolomeu I a Nápoles em outubro passado, onde o Santo Padre encontrou os participantes no Encontro Internacional pela Paz.

Fonte: Zenit

criado por Diác. Celso Kallarrari    16:32:07 — Arquivado em: ecumenismo

Patriarca Bartolomeu I - Ecumenismo promove paz

Patriarca Bartolomeu I de Constantinopla: ecumenismo promove paz

O líder ortodoxo interveio no Parlamento Europeu em 24 de setembro
ROMA, quinta-feira, 25 de dezembro de 2008 (ZENIT.org).- O patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, falou diante do Parlamento Europeu, reunido em sessão solene, sobre a «necessidade do diálogo entre as confissões e as culturas para construir um ecumenismo de paz, e sobre a importância de garantir os direitos das minorias.
Afirmando-se «contrário a toda guerra e a toda forma de violência e de intolerância», o patriarca disse que o «projeto europeu» é a base da coexistência pacífica de estados que antes estavam em guerra e advogou pela adesão da Turquia à União Européia.
Ao apresentar Bartolomeu I ontem, o presidente do Parlamento Europeu, Hans-Gert Pottering, sublinhou os valores que fundamentam a União Européia (UE), dos quais o mais importante é a dignidade humana, que está estreitamente ligada à liberdade de religião.
Recordando depois a metáfora de uma Europa que respira com dois pulmões, usada por João Paulo II após a queda do comunismo na Europa central e oriental, Pottering falou da riqueza oferecida à UE pelas diferentes visões da cristandade ocidental e oriental.
Ao tomar a palavra, o patriarca ecumênico recordou que «hoje possuímos todos os meios tecnológicos para transcender o horizonte de nossa autoconsciência cultural», ainda que «continuemos assistindo aos efeitos terríveis da fragmentação humana».
Neste sentido, falou do fundamentalismo e do nacionalismo extremo, que com freqüência são campo fértil de atrocidades, aos que se contrapõe o diálogo intercultural como raiz do significado de «ser humano».
Por falta desse diálogo, acrescentou, as diferenças na família humana se reduzem a uma conversão do outro em «objeto» e levam ao abuso, ao conflito e à perseguição, ou seja, a «um suicídio humano em grande escala».
Neste sentido, Bartolomeu I sustentou que se o diálogo deve ser algo mais que um mero intercâmbio cultural, é necessária uma compreensão profunda da interdependência entre cada indivíduo e os demais.
O patriarca manifestou a necessidade de respeitar os direitos das minorias contra políticas de exclusão e repressão.
O «primus inter pares» do mundo ortodoxo se mostrou a favor da entrada da Turquia na União Européia, recordando ao mesmo tempo que esta «deve promover o diálogo e a tolerância em seu interior» e a tutela dos direitos fundamentais, «entre os que se encontra a liberdade religiosa».
Ao sublinhar um certo vacilo europeu quanto à abertura a um país formado sobretudo por muçulmanos, Bartolomeu I disse que as grandes religiões podem ser uma força que transcende o nacionalismo e o fundamentalismo, assinalando aos fiéis o que une todos os seres humanos.
Bartolomeu I confirmou a vontade do patriarcado ecumênico de contribuir com toda sua força para a paz, prosperidade e progresso no diálogo ecumênico.
«Somos todos irmãos e irmãs, filhos do mesmo Pai celestial e, neste magnífico planeta do qual todos somos responsáveis, há lugar para todos, mas não para as guerras nem para quem mata seus semelhantes», concluiu.

Fonte: Zenit

criado por Diác. Celso Kallarrari    16:18:37 — Arquivado em: ecumenismo

Cardeal Kasper apresenta papel ecuménico de Maria

Cardeal Kasper apresenta à Igreja Anglicana papel ecumênico de Maria
Durante a peregrinação conjunta anglicano-católica a Lourdes
Por Inma Álvarez
LOURDES, quinta-feira, 25 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- A devoção à Virgem Maria tem um papel fundamental no diálogo ecumênico, no caminho rumo à unidade plena e visível entre os cristãos, afirmou o cardeal Walter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos.
O purpurado presidiu hoje uma celebração na Gruta das Aparições de Lourdes, em uma peregrinação conjunta entre anglicanos e católicos, que havia partido do santuário de Nossa Senhora de Walsingham (Inglaterra). A homilia, pronunciada pelo arcebispo de Canterbury, reverendo Rowan Williams, foi publicada em 26 de setembro em «L’Osservatore Romano».
De fato, admitiu o cardeal Kasper, «Lourdes é conhecida por seus milagres. Quem poderia imaginar, há 20 ou 30 anos, que católicos e anglicanos peregrinariam e rezariam juntos?».
«Para quem conhece os debates e as polêmicas do passado sobre Maria entre os católicos e os cristãos das igrejas não-católicas, para todos que conhecem as reservas do mundo não-católico com relação aos lugares marianos de peregrinação, para todas essas pessoas, o acontecimento de hoje, sem precedentes, é um milagre», sublinhou.
Segundo o cardeal Kasper, Maria é uma peça fundamental do movimento ecumênico, ainda que este tema «não é nem comum nem óbvio entre os ecumenistas».
A devoç&atild e;o a Maria é, recordou o purpurado, uma questão plenamente compartilhada com os ortodoxos, «mas também existia devoção mariana no tempo da Reforma».
«Lutero venerou Maria com fervor durante toda sua vida e a professava, com os Credos antigos e os concílios da Igreja do primeiro milênio, como Virgem e Mãe de Deus. Era crítico só com relação a algumas práticas, que considerava abusos e exageros – acrescentou. O mesmo aconteceu com os reformistas ingleses.»
A rejeição da doutrina sobre a Virgem Maria se produziu durante o Iluminismo, «em um espírito conhecido como ‘minimalismo mariológico’», explicou o cardeal Kasper.
Contudo, graças a «uma leitura e uma meditação renovada da Sagrada Escritura, observamos uma mudança lenta, mas decisiva», declarou, e citou várias declarações conjuntas entre católicos e luteranos, que tratam deste assunto.
«Maria não está ausente, mas presente no diálogo ecumênico. As Igrejas progrediram na aproximação sobre a doutrina de Nossa Senhora. Nossa Senhora já não nos divide, mas nos reconcilia e nos une em Cristo, seu Filho», acrescentou.
Ele se referiu especialmente às dificuldades que o diálogo com a Comunhão Anglicana atravessa atualmente, e afirmou que esta peregrinação «pode ser considerada como um sinal positivo e alentador de esperança, inclusive um pequeno milagre».
«Há motivo para esperar que Nossa Senhora nos ajude a superar as dificuldades atuais de nossas relações, para que, com a ajuda de Deus, possamos continuar nossa peregrinação ecumênica comum», acrescentou.
O pu rpurado se referiu a Maria como modelo da Igreja, «escolhida por Deus desde a eternidade», e se referiu à questão da salvação pela graça divina e não pelos méritos ou esforços próprios, um ponto que «já não divide» os cristãos, acrescentou.
Por outro lado, falou da fidelidade de Maria aos pés da cruz. «Maria é um exemplo de discípulo. Deus pede nosso ‘sim’ em resposta a seu ‘sim’; que colaboremos com sua obra salvadora», acrescentou.
Se os cristãos continuam divididos, afirmou o cardeal Kasper, é «porque nosso amor e nossa fé se enfraqueceram. Cada vez que o pensamento do mundo e seus parâmetros mancham a Igreja, a unidade da Igreja se encontra em perigo».
«Maria não nos guia ao que agrada a todos, mas aos pés da cruz. Portanto, tomemo-la como ex emplo, e dessa forma daremos passos adiante em nossa peregrinação ecumênica», acrescentou.
Por último, o cardeal se referiu à questão da veneração a Nossa Senhora e aos santos, questão que «ainda provoca dificuldades» entre os protestantes e anglicanos. «Mas como qualquer mãe intercederia por seus filhos, e como toda mãe, após sua morte intercederia no céu e do céu, também Maria acompanha a Igreja em sua peregrinação», também «no caminho rumo à unidade».

Fonte: Zenit

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27/9/08

Visão ortodoxa e católica da economia e sociedade

 
O metropolita Kirill escreve o prólogo de um livro do cardeal Bertone sobre doutrina social

Por Inma Álvarez

MOSCOU, sexta-feira, 26 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- A concepção do bem comum como algo não meramente material, e dos princípios éticos que devem reger a economia e o mercado, são uma questão que aproxima ortodoxos e católicos.

Isso se evidenciou nesta sexta-feira durante a apresentação em Moscou de um livro sobre a Doutrina Social da Igreja, escrito pelo cardeal secretário de Estado, cardeal Tarcisio Bertone, e com o prólogo do metropolita Kirill de Smolensk e Kaliningrado.

Na apresentação estiveram presentes , por parte da Igreja Ortodoxa, o bispo Mark de Egorievsk, vice-presidente do Departamento de Relações Eclesiásticas externas do Patriarcado de Moscou, e por parte da Igreja Católica, o núncio apostólico, arcebispo Antonio Mennini, e um representante do arcebispo católico de Moscou, Dom Paolo Pezzi.

Segundo explica o metropolita Kirill no prólogo, neste livro escrito pelo cardeal Bertone «há muita sintonia com a Doutrina Social da Igreja Ortodoxa Russa», o que em sua opinião «dará um importante impulso ao diálogo» entre ambos.

Neste sentido, o hierarca explica os pontos fundamentais do pensamento ortodoxo nesta matéria, em particular a visão do conceito de bem comum como «fraternidade», ponto no qual concorda com o cardeal Bertone.

«Trata-se de um conceito perfeitamente compatível com o pensamento ortodoxo», acres centa em seu prólogo, que foi publicado por L’Osservatore Romano, em sua edição italiana de 25 de setembro.

O conceito ortodoxo de bem comum, explicou, «não se reduz só ao bem-estar material, à paz e a harmonia na vida terrena, mas se refere principalmente na aspiração do homem e da sociedade à vida eterna, que é o sumo bem».

«A história mostra claramente que só a aspiração a um fim superior, a capacidade de sacrificar os bens terrenos em favor dos bens do céu, a capacidade de buscar tarefas de ordem superior, espiritual, tornam a sociedade vital e dão significado à vida de cada pessoa», afirma.

No acervo cultural russo, acrescenta o metropolita, «está inscrita a prioridade dos bens espirituais sobre os materiais, junto com outra forte tradição de cuidado na gestão do s bens materiais, que nos dão a possibilidade de realizar boas ações».

«O dinheiro é só um meio para alcançar um fim. Deve estar sempre em movimento, em circulação. O trabalho autêntico, totalmente apaixonante, essa é a verdadeira riqueza do empresário. A ausência do culto ao dinheiro emancipa o homem, fá-lo livre interiormente», considera.

Recuperar a «gratuidade»

Por sua parte, o cardeal Tarcisio Bertone explica nesta obra que o conceito do bem comum para os católicos não se limita às idéias de justiça e solidariedade, próprias do utilitarismo filosófico, mas deve introduzir a idéia de «reciprocidade», que permite uma concepção mais ampla das relações sociais.

Neste sentido, declara, a grande contribuição do pensamento católico é a de introduzir, no esquema filosófico utilitarista que considera as relações sociais como um intercâmbio entre o «eu» e o «tu», baseado em um contrato, a idéia de um «terceiro», baseada no conceito de «fraternidade».

Segundo o purpurado, «a Europa não seria a mesma sem os beneditinos ou os franciscanos, inclusive do ponto de vista social e econômico. Os carismas sociais das ordens religiosas entre os séculos XVIII e XIX, que deram vida a hospitais, escolas e obras caritativas, marcaram o nascimento e o desenvolvimento do moderno Estado social».

Fonte: Zenit

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22/9/08

O Cântico de Zacarias [Lc 1, 67-80]

Assim como o cântico de Maria, Zacarias ao profetizar, ficou também cheio do Espírito Santo. Vemos, num primeiro momento, Maria, repleta do Espírito, na anunciação do anjo. Logo em seguida, Isabel, animada pelo Espírito profetiza acerca de Maria e, por fim, Zacarias, que a princípio não acreditou no que o anjo havia lhe revelado (o nascimento de João Batista).

Algo nos chama a atenção nos dois cânticos de Maria e de Zacarias: as profecias. Tanto Maria quanto Zacarias movidos pelo Espírito do Senhor proclamam e recordam as profecias que dizem respeito não somente a Jesus, a Maria, mas também ao último dos profetas João Batista. Na verdade, a linguagem bíblica acaba sendo uma grande tecitura, isto é, palavra de Deus através da linguagem humana: a fala, a escrita, aquilo que registramos na nossa memória, as “promessas de Deus dita aos nossos antepassados” (Cf. livre de Lc 1, 55). No mundo ocidental celebra-se a festa de Zacarias no dia 5 de novembro enquanto que na Igreja Oriental, o dia dedicado ao Santo é 15 de novembro.

Para a tradição oriental, Zacarias, de acordo com São Basílio e São Cirilo de Alexandria, foi morto pelos soldados romanos como mártir entre o pórtico e o altar do templo porque ele recusou revelar a Herodes onde se encontrava seu filho João.

Nos ícones da Igreja Ortodoxa Oriental, geralmente Zacarias aparece como um padre já de idade assegurando uma vela numa das mãos, outras vezes assegurando uma vela iluminada no nascimento de João Batista.

Deus é um Deus que cumpre o que promete e, por isso, escolhe homens e mulheres de todos os tempos para dar continuidade a sua missão. Maria, em especial, como portadora da Luz à humanidade. A nova Eva cuja dignidade é ser obediente e, por essa razão, permite-nos a entrada do nosso Deus, na pessoa de Jesus, ao nosso mundo.

Zacarias, sacerdote do templo, homem zeloso da casa de Deus, cuja descendência é João Batista. Deus usa das estruturas, hierarquias já estabelecidas para dar um novo sentido à sua mensagem libertadora. João Batista, uma voz que clama no deserto, é agora o último dos profetas e apontará o verdadeiro Salvador. O Sol nascente vem nos visitar, as profecias do Antigo Testamento vão ganhando força e se cumprindo, a partir de pessoas simples, humildes, do povo, os escolhidos de Deus. Para a estrutura de poder, insignificantes, mas que terão um papel fundamental na história de nossa salvação, à nova Igreja que nascerá e que, no esplendor da aurora, poderá ver a glória de Deus brilhar em definitivo na Parusia. 

Autor: Celso Kallarrari

criado por Diác. Celso Kallarrari    00:08:44 — Arquivado em: espiritualidade

14/9/08

Unidade visível, comunitária

  

 Basílica de São Pedro
Sexta-feira Santa, 21 de Março de 2008

"Depois de os soldados crucificarem Jesus, tomaram as suas vestes e fizeram delas quatro partes, uma para cada soldado. A túnica, porém, toda tecida de alto a baixo, não tinha costura. Disseram, pois, uns aos outros: Não a rasguemos, mas deitemos sorte sobre ela, para ver de quem será. Assim se cumpria a Escritura: Repartiram entre si as minhas vestes e deitaram sorte sobre a minha túnica (Sl 21,19). Isso fizeram os soldados" (Jo 19, 23-24).

Aqui sempre se questiona o que o evangelista João queria dizer com a importância que dá a esse detalhe da Paixão. Uma explicação, relativamente recente, é que a túnica recorda o paramento do sumo sacerdote, e que João, então, queria afirmar que Jesus morreu não apenas como rei, mas também como sacerdote. Da túnica do sumo sacerdote não se diz, na Bíblia, que deveria ser sem costura (Cf. Êx 28, 4; Lv 16, 4). Por isso, importantes exegetas preferem se ater à explicação tradicional, segundo a qual a túnica intacta simboliza a unidade dos discípulos (1). Esta é a interpretação que São Cipriano já dava: "O mistério da unidade da Igreja, escreve, é expresso no Evangelho quando se diz que a túnica de Cristo não foi dividida nem rasgada" (2).

Qualquer que seja a explicação que se dá ao texto, uma coisa é certa: a unidade dos discípulos é, para João, o propósito pelo qual Cristo morre: "Jesus havia de morrer pela nação, e não somente pela nação, mas também para que fossem reconduzidos à unidade os filhos de Deus dispersos" (Jo 11, 51-52). Na última ceia, ele próprio disse: "Não rogo somente por eles, mas também por aqueles que por sua palavra hão de crer em mim. Para que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós e o mundo creia que tu me enviaste" (Jo 17, 20-21).

A feliz notícia a proclamar na Sexta-Feira Santa é que a unidade, antes que um objetivo a atingir, é um dom recebido. Que a túnica fosse tecida "de alto a baixo", explica São Cipriano, significa que "a unidade trazida por Cristo provém do alto, do Pai celeste, e não pode, então, ser rasgada por quem a recebe, mas deve ser acolhida integralmente".

Os soldados fizeram em quatro parte "as vestes", ou "o manto" (ta imatia), isto é, a indumentária exterior de Jesus, não a túnica, o chiton, que era o indumento íntimo, usado em contato direto com o corpo. Um símbolo também isso. Nós, homens, podemos dividir a Igreja no seu elemento humano e visível, mas não a sua unidade profunda que se identifica com o Espírito Santo. A túnica de Cristo não foi e não poderá ser dividida. "Pode-se, acaso, dividir Cristo?", dizia Paulo (cf. 1 Cor 1, 13). É a fé que professamos no Credo: "Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica".

Mas se a unidade deve servir de sinal "para que o mundo creia", essa deve ser uma unidade também visível, comunitária. É esta unidade que foi perdida e que devemos recuperar. Ela é bem mais que relações de boa vizinhança, é a própria unidade mística interior "sede um só corpo e um só espírito, assim como fostes chamados pela vossa vocação a uma só esperança. Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo. Há um só Deus e Pai de todos" (Ef 4, 4-6) , o quanto esta unidade objetiva é acolhida, visualizada e manifestada, de fato, pelos crentes.

"Senhor, é este o tempo em que ides instaurar o reino de Israel?", questionam os apóstolos a Jesus depois da Páscoa. Hoje voltamos a fazer esta pergunta a Jesus: É este o tempo em que se instaurará a unidade visível da tua Igreja? A resposta também é a mesma de então: "Não vos pertence a vós saber os tempos nem os momentos que o Pai fixou em seu poder, mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas" (Act 1, 6-8).

Recordava-o o Santo Padre na homilia de 25 de Janeiro passado, na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, na conclusão da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos: "A unidade com Deus e com os nossos irmãos e irmãs é um dom que provém do Alto, que brota da comunhão do amor entre Pai, Filho e Espírito Santo e que nela se aumenta e se aperfeiçoa. Não está em nosso poder decidir quando ou como esta unidade se realizará plenamente. Só Deus o poderá fazer! Como São Paulo, também nós colocamos a nossa esperança e confiança "na graça de Deus que está conosco"".

Também hoje virá o Espírito Santo, se nos deixarmos guiar, para conduzir à unidade. Como fez o Espírito Santo para realizar a primeira fundamental unidade da Igreja: aquela entre judeus e pagãos? Vem sobre Cornélio e a sua casa do mesmo modo com que em Pentecostes veio aos apóstolos. Pedro tira a conclusão: "Pois, se Deus lhes deu a mesma graça que a nós, que cremos no Senhor Jesus Cristo, com que direito me oporia eu a Deus?" (Act 11, 17).

Ora, de um século para cá, nós observamos repetir-se sob nossos olhos este mesmo prodígio, em escala mundial. Deus infundiu seu Espírito Santo, de modo novo e raro, sobre milhões de fiéis, aparentemente em quase todas as denominações cristãs e, a fim de que não houvesse dúvidas sobre suas intenções, o infundiu com as mesmas idênticas manifestações. Não é este um sinal de que o Espírito que impele a reconhecer o episódio como discípulos de Cristo e atendermos juntos para a unidade?

Apenas esta unidade espiritual e carismática, é verdade, não basta. Observamos já ao início da Igreja. A unidade entre judeus e gentios é nova e já ameaçada pelo cisma. Ali houve uma "longa discussão", no chamado concílio de Jerusalém, e, ao final, houve um acordo, anunciando para a Igreja com uma fórmula: "pareceu bem ao Espírito Santo e a nós" (Act 15, 28). O Espírito Santo opera, então, também através de uma via diferente, que é o confronto paciente, o diálogo e o compromisso entre as partes, quando não está em jogo o essencial da fé. Opera através das "estruturas" humanas e dos "ministérios" estabelecidos por Jesus, sobretudo o ministério apostólico e petrino. É o que chamamos hoje de ecumenismo doutrinal e institucional.

A experiência nos está convencendo porém que também este ecumenismo doutrinal, ou de vértice, não é suficiente e não avança, se não for acompanhado por um ecumenismo espiritual, de base. Isto é repetido sempre com maior insistência justamente pelos máximos promotores do ecumenismo institucional. Aos pés da cruz, queremos meditar sobre este ecumenismo espiritual: em que consiste e como podemos avançar nisto. O ecumenismo espiritual nasce do arrependimento e do perdão e se alimenta com a oração. Em 1977, participei de um congresso ecumênico carismático em Kansas City, Missouri. Estavam lá quarenta mil presentes, metade católicos (entre os quais o cardeal Suenens) e metade de outras denominações cristãs. Uma tarde, ao microfone, um dos animadores começou a falar de um modo, para mim, naquela época, estranho: "Vós, sacerdotes e pastores, chorai e lamentai, porque o corpo de meu Filho está em pedaços… Vós, leigos, homens e mulheres, chorai e lamentai porque o corpo de meu Filho está em pedaços".

Comecei a ver as pessoas caírem uma após outra de joelhos em torno a mim e muitos desses soluçavam de arrependimento pelas divisões no corpo de Cristo. E tudo isso enquanto uma frase ecoava de um lado a outro do estádio: "Jesus is Lord, Jesus é o Senhor". Eu era como um observador ainda assaz crítico e destacado, mas lembro que pensei comigo: Se um dia todos os crentes estivessem reunidos a formar uma só Igreja, seria assim: enquanto estivermos todos de joelhos, com o coração contrito e humilhado, sob o grande senhorio de Cristo.

criado por Diác. Celso Kallarrari    12:36:30 — Arquivado em: ecumenismo

continuação

 

Se a unidade dos discípulos deve ser reflexo da unidade entre o Pai e o Filho, essa deve ser, antes de tudo, uma unidade de amor, porque tal é a unidade que reina na Trindade. A Escritura nos exorta a "fazer a verdade na caridade" (veritatem facientes in caritate) (Ef 4, 15). E Santo Agostinho afirma que "não se entra na verdade senão através da caridade": non intratur in veritatem nisi per caritatem (3).

A coisa extraordinária a respeito desse caminho à unidade baseado no amor é que esse já está agora escancarado diante de nós. Não podemos "queimar etapas" em relação à doutrina, porque as diferenças existem e serão resolvidas com paciência nas sedes apropriadas. Podemos, ao contrário, queimar etapas na caridade, e estar unidos, a partir de agora. A verdade, seguro sinal da vinda do Espírito, não é, escreve Santo Agostinho, o falar em línguas, mas é o amor pela unidade: "Sabeis que tendes o Espírito Santo quando permitis que vosso coração adira à unidade através de uma sincera caridade" (4).

Repensemos no hino da caridade de São Paulo. Cada frase sua adquire um significado atual e novo, se aplicada ao amor entre membros das diversas Igrejas cristãs, nas relações ecumênicas:

"A caridade é paciente… A caridade não é invejosa… Não busca só seu interesse… Não leva em conta o mal recebido (no caso do mal feito aos outros!). Não se alegra com a injustiça, mas se compraz da verdade (não se alegra das dificuldades das outras Igrejas, mas se compraz de seus sucessos). Tudo crê, tudo espera, tudo suporta" (1 Cor 13, 4 ss.).

Esta semana acompanhamos à sua morada eterna uma mulher Chiara Lubich fundadora do Movimento dos Focolares que foi uma pioneira e um modelo deste ecumenismo espiritual de amor. Ela demonstrou que a busca da unidade entre os cristãos não leva ao fechamento para o resto do mundo; é, ao contrário, o primeiro passo e a condição para um diálogo mais vasto com os crentes de outras religiões e com todos os homens que têm no coração os destinos da humanidade e da paz

"Amar-se, já foi dito, não significa olhar um para o outro, mas olharem juntos na mesma direção". Também entre cristãos, amar-se significa olharem juntos na mesma direção que é Cristo. "Ele é nossa paz" (Ef 2, 14). Acontece como para os raios de uma roda. Vejamos o que acontece aos raios quando do centro vão para o exterior: a medida que se distanciam do centro se distanciam também entre si, até terminar em pontos distantes da circunferência. Vejamos, ao contrário, o que acontece quando da circunferência movem-se até o centro: pouco a pouco aproximam-se do centro, se aproximam entre si, até formar um ponto só. Na medida na qual andemos juntos para Cristo, nos aproximaremos também entre nós, até ser verdadeiramente, como ele pediu, "uma só coisa com Ele e com o Pai".

O que poderá reunir os cristãos divididos será só a difusão entre eles de uma onda nova de amor por Cristo. É isto que está acontecendo por obra do Espírito Santo e que nos enche de estupor e de esperança. "O amor de Cristo nos constrange, ao pensamento que um morreu por todos" (2 Cor 5, 14). O irmão de outra Igreja também cada ser humano é "alguém pelo qual Cristo morreu" (Rm 14, 16), como morreu por mim.

Um motivo deve, sobretudo, impulsionar-nos adiante neste caminho. O que estava em jogo no início do terceiro milênio não é o mesmo que estava no início do segundo milênio, quando se produziu a separação entre oriente e ocidente, e nem mesmo é a mesma coisa que na metade do mesmo milênio, quando se produz a separação entre católicos e protestantes. Podemos dizer que a maneira exata de proceder do Espírito Santo do Pai e o problema da relação entre fé e obras são os problemas que apaixonam os homens de hoje e com o qual permanece ou cai a fé cristã?

O mundo caminhou adiante e nós estamos permanecemos presos a problemas e fórmulas que o mundo não conhece mais nem o significado. Discutamos ainda sobre como ocorre a justificação do pecador, em uma forma que perdeu o próprio sentido do pecado e o vê, cito, como "uma nefasta invenção judaica que o cristianismo propagou ao povo".

Nas batalhas medievais havia um momento no qual, superadas as infantarias, os arqueiros, a cavalaria e todo o resto, a multidão se concentrava em torno do rei. Ali se decidia o êxito final da batalha. Também para nós a batalha hoje está em torno do rei. Existem edifícios ou estruturas metálicas assim feitas que se se toca um certo ponto nevrálgico, ou se se tira uma certa pedra, tudo desaba. No edifício da fé cristã esta pedra angular é a divindade de Cristo. Removida esta, tudo se evapora e, antes de qualquer coisa, a fé da Trindade.

Daí se vê como existem hoje dois ecumenismos possíveis: um ecumenismo da fé e um ecumenismo da incredulidade; um que reúne todos aqueles que crêem que Jesus é o Filho de Deus, que Deus é Pai, Filho e Espírito Santo, e que Cristo morreu para salvar a todos os homens, e um que reúne todos aqueles que, em reverência ao símbolo de Nicéia, continuam a proclamar esta fórmula, mas esvaziando-a de seu verdadeiro conteúdo. Um ecumenismo no qual, no limite, todos crêem nas mesmas coisas, porque ninguém crê mais em nada, no sentido que a palavra "crer" tem no Novo Testamento.

"Quem é que vence o mundo, escreve João na Primeira Carta, se não quem crê que Jesus é o Filho de Deus?" (1 Jo 5, 5). Permanecendo neste critério, a fundamental distinção entre os cristãos não é entre católicos, ortodoxos e protestantes, mas entre aqueles que crêem que Cristo é o Filho de Deus e aqueles que não crêem.

"No segundo ano do rei Dario, no primeiro dia do sexto mês, esta palavra do Senhor foi revelada por meio do profeta Ageu a Zorobabel, filho de Salatiel, governador da Judéia, e a Josué, filho de Josedec, sumo sacerdote…: Parece-vos este o tempo de habitar tranqüilos em vossas casas bem cobertas, enquanto minha casa é ainda uma tenda?" (Ag 1, 1-4).

Esta palavra do profeta Ageu é voltada hoje a nós. É este o tempo de continuar a preocupar-nos só do que diz respeito a nossa ordem religiosa, nosso movimento, ou nossa Igreja? Não será justamente esta a razão pela qual também nós "semeamos muito, mas colhemos pouco" (Ag 1, 6)? Pregamos e agimos de todos os modos, mas convertemos poucas pessoas e o mundo se distancia, ao invés de aproximar-se de Cristo.

O povo de Israel escutou o apelo do profeta; cessou de ornamentar cada um a própria casa para reconstruírem juntos o templo de Deus. Deus então enviou de novo seu profeta com uma mensagem de consolação e de encorajamento: "Agora, coragem, Zorobabel - oráculo do Senhor coragem, Josué, filho de Josedec, sumo sacerdote; coragem, povo todo do país, diz o Senhor, e ao trabalho, porque eu estou convosco" (Ag 2, 4). Coragem, vós todos que tendes no coração a causa da unidade dos cristãos, e ao trabalho, porque eu estou convosco, diz o Senhor!

por Frei Raniero Catalamessa

criado por Diác. Celso Kallarrari    12:34:48 — Arquivado em: ecumenismo

Manuscritos do Mar Morto na Internet

 

O Departamento para a Antigüidade de Israel apresentou o projeto que vai permitir aos estudiosos e ao público em geral de acessar, via internet, os Manuscritos do Mar Morto e os documentos relativos. Eles serão fotografados e com técnicas avançadas, desenvolvidas por cientistas da NASA, serão digitalizados.

A responsável pela conservação dos manuscritos, Pnina Shor, afirmou que “os rótulos são patrimônio da humanidade e pensamos que seja nosso dever fazer com que todos possam ter acesso a eles”.

Os manuscritos são do período que vai do III século antes de Cristo ao I depois de Cristo. Trata-se de uma verdadeira biblioteca que tem contexto o judaísmo e o cristianismo nascente. Foram descoberbos a partir da década de 40, por pastores no deserto próximo ao Mar Morto. Contém parte do Antigo Testamento além de outros textos que não estão na Bíblia.

Durante 35 anos o estudo desse material esteve monopolizado por um grupo de 10 espertos. Há alguns textos cumpridos, mas a coleção é composta de muitos fragmentos (12 mil) Tudo está conservado no Museu de Israel. Em 2001 foi completada a publicação de todo o material.

Uma das razões do projeto é o perigo de deteriorização do material. De fato, no deserto os manuscritos se conservaram bem por quase 2 mil anos, mas agora, fora daquelas condições, já mostram qualquer sinal de estrago.

Na década de 50 os manuscritos foram fotografados, mas desde então a progresso trouxe técnicas excelentes que ajudarão a fazer fotografias perfeitas.

 

Fonte: (www.abiblia.org).

criado por Diác. Celso Kallarrari    04:55:15 — Arquivado em: noticias

13/9/08

Amar…

[À minha esposa]

Amar…
Amar é olhar tão profundamente para o amado que,
Ao contemplá-lo, esvaziamos de nós mesmos .

Amar é adentrar o outro intensamente
E, no abraço tão longo do desejo,
Onde a alma encontra-se com o mistério,
Compreender o inatingível do amor

Amar é muito mais que uma doação
É morrer na dor do outro para que
O pranto do amado se converta em risos
E, na sua alegria, mesmo que dela não participemos, alegrarmo-nos

Amar é silenciar, muitas vezes, quando nos exasperamos
E permitir que nossa razão perca a razão sempre
Para assim podermos semear e, no tempo certo,
ganhar a rosa mais bela de um incomparável jardim

Amar é viver somente para alguém
É dedicação e entrega
É fazer com que a nossa canção se transforme em amor
E que o Amor, na sua dimensão mais perfeita,
se transforme na nossa canção

Amar não é correr contra o tempo
Na tentativa incerta de percebê-lo
Amar é deixar as folhas secas caírem suavemente das árvores
Amar é buscar, incansavelmente, após o outono,
Viver a primeira primavera dos enamorados

Amar é pedir primeiramente pelo outro
na oração do entardecer e do amanhecer
Mas amar é dormir e amanhecer sempre ao lado de quem se ama
mesmo diante das crises e conflitos

Amar é acreditar no impossível
E muito mais que isso é acreditar em Deus
É acreditar que sua força nos atraiu para vivermos
Para sempre a mais estranha loucura que é amar

por Celso Kallarrari (In. as trilhas da alma) 28/04/2006

criado por Diác. Celso Kallarrari    13:59:22 — Arquivado em: meus poemas

Dom Aloísio será homenageado nesta noite

 

A CNBB homenageará o saudoso Cardeal Aloísio Lorscheider esta noite, 07, em sessão especial às 20h30.

Dom Aloísio faleceu no dia 23 de dezembro do ano passado. O Bispo foi secretário da CNBB no período de 1968 a 1971 e seu presidente por dois mandatos de 1971 a 1978.

A homenagem será transmitida pela TV Canção Nova, logo após o Programa A Tenda do Senhor.

Na manhã de hoje, os bispos retomaram os trabalhos de estudo e discussão da novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e outros temas como o Fórum da Igreja Católica no Rio Grande do Sul, Colégio Pio Brasileiro e Pastoral da Pessoa Idosa.

No período da tarde, os temas a serem discutidos serão a Comissão para a Amazônia, o CERIS (Centro de Estatísticas Religiosas e Investigação Social), Congresso Eucarístico Nacional, e ainda as Diretrizes da Formação Presbiteral.

Às 18 horas, acontece uma celebração ecumênica. Algumas Igrejas Cristãs já confirmaram presença com um representante, são elas: Igreja Luterana no Brasil - Pastor Sinodal Carlos Möller, presidente do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil (Conic); Igreja Episcopal Anglicana do Brasil - Reverendo Luiz Alberto Barbosa, secretário do Conic; Igreja Presbiteriana Unida do Brasil - Reverendo Jeson Urban, 3º vice-presidente do Conic; Igreja O Brasil para Cristo - Pastor Wanderley Ribeiro; Igreja Pentecostal Assembléia de Deus - Pastor Sebastião Bertolino; Igreja Presbiteriana do Brasil - Presbítera Martha Andrade Barbosa Marinho.

Duas Igrejas Ortodoxas, também, estarão presentes: Dom Damaskino Mansour, arcebispo metropolita da Igreja Ortodoxa Antioquina; Mons. Gabriel Dahho, da Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia; Mons. Antônio Nakkoud, da Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia.

Os Bispos do Brasil estão reunidos desde a última quarta-feira, 02, em Indaiatuba, interior de São Paulo, na Assembléia Geral da CNBB, que deve terminar nesta sexta-feira, dia 11.

Fonte: (http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=256391).

criado por Diác. Celso Kallarrari    01:55:37 — Arquivado em: noticias
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